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Perguntas sobre o movimento

Sim, São Paulo Livre (SPL) é uma associação sem fins lucrativos, devidamente registrada e constituída segundo a atual legislação.

Não, o SPL não apoia qualquer medida violenta ou intempestiva para alcançar a independência. A liberdade para São Paulo virá, exclusivamente, por meios pacíficos. O movimento não apoia, não endossa, não incentiva nem defende o uso de violência. A via para a independência é, e deve ser, pacífica.

Por meio de pressão popular. A questão da independência paulista passa, necessariamente, por números. Se a grande maioria dos moradores do atual estado de São Paulo quiserem a independência, o que Brasília fará? Colocará 40 milhões de pessoas na cadeia? Claro que não! Quando a pressão popular (passeatas, manifestações, comícios pró-independência) se multiplicarem em todo o estado, o governo federal terá de negociar, e neste momento, mudanças constitucionais poderão ser feitas para permitir um plebiscito efetivo, no qual o povo paulista poderá decidir que ser mesmo ou não deixar a federação e se tornar um país livre.

É um equívoco comum achar que tal lei afeta o SPL. Essa lei não nos afeta, na medida em que somos um movimento pacífico, que não prega, defende nem aceita o uso de meios violentos para se conquistar a independência paulista. A lei 7.170, de 14 de Dezembro de 1983, foi criada ainda no tempo da Ditadura Militar, quando havia o temor de terrorismo político. As penas e proibições contidas na lei dizem respeito a tentativas violentas de separar territórios da federação. Como o SPL é um movimento pacífico, que prega o diálogo e a conscientização popular das vantagens que a liberdade trará para Sâo Paulo e seu povo, tal lei não se aplica ao movimento nem a nossas ações.

Qualquer pessoa que tenha amor por São Paulo pode participar deste movimento. Para o SPL, paulista é aquele que mora no estado de São Paulo, acredita na força do trabalho e do esforço individual, na honestidade e na livre iniciativa. Não importa se você nasceu em São Paulo ou veio do Brasil (do sul, de Minas, do Rio, do Nordeste, etc) - se você quiser morar num país menor, mais rico e mais justo para todos, você pode se afiliar ao SPL e vir nos ajudar a construir esse país melhor, chamado São Paulo.

O movimento tem uma Direção Nacional, composta de um presidente nacional, um vice-presidente, um secretário-geral e um tesoureiro. Este grupo direciona as ações, iniciativas e campanhas do SPL para todo o território do futuro país, ou seja, para todo o atual estado de São Paulo, bem como estabelece as relações do o SPL com outros movimentos similares e demais entidades civis.
Abaixo da Direção Nacional, temos 15 Direções Regionais, compostas por um presidente regional, um vice-presidente, um secretário-geral e um tesoureiro.
Abaixo destes, nos municípios, temos os grupos, também com um corpo diretivo. Nas cidades, bairros ou regiões ainda sem um grupo estabelecido, o SPL conta com representantes locais para divulgar os trabalhos do movimento.

O SPL é diferente de outros grupos separatistas de São Paulo por conta da ênfase que o movimento dá para a ação. Há outros grupos favoráveis à independência paulista, mas normalmente estes grupos ficam restritos a debates nas mídias sociais. O SPL entende que apenas por meio da realização efetiva de campanhas, mobilizações e ações a liberdade para São Paulo virá. Nesse sentido, o SPL organiza diversos eventos ao longo do ano, bem como cria e disponibiliza, todo mês, novos produtos para divulgar a causa da liberdade paulista. O SPL é ativo, não para de crescer e de criar novas oportunidades para que a causa da liberdade alcance o maior número possível de pessoas no estado de São Paulo (e até fora também).

Você pode ajudar o SPL de três maneiras:
- tornando-se um membro ativo do movimento, participando de nossas reuniões; organizando grupos e manifestações em seu bairro, cidade ou região
- fazendo doações em dinheiro, bens ou materiais para que o movimento expanda ainda mais a atuação em todo o atual estado de São Paulo
- compartilhando os posts, imagens e vídeos do movimento nas mídias sociais, e divulgando as notícias, entrevistas e matérias sobre o SPL que saem na imprensa
Toda ajuda é bem-vinda. Temos um país para construir, e queremos a participação de todos - principalmente a sua!

Perguntas sobre o país novo

Não, ninguém será expulso, nem terá seus direitos diminuídos ou anulados. Todos que moram no atual estado de São Paulo, tenham ou não nascido aqui, serão considerados cidadãos paulistas do novo país, com plenos direitos.

Não, pois ele foi eleito por um partido brasileiro, numa eleição feita sob leis brasileiras. Uma nova eleição será convocada para que o povo paulista eleja seu presidente, assim como também os primeiros deputados do Parlamento paulista.

O nome da moeda da República de São Paulo está ligada à história paulista. Durante o nosso período colonial, apesar da circulação tanto de moedas portuguesas quanto holandesas e espanholas, os paulistas, sempre desejosos de mais liberdade, usavam ouro em pó como forma de pagamento para ter mais liberdade em relação à coroa portuguesa. Portanto o nome a ser adotado pela futura moeda do país novo será o Ouro Paulista (ou simplesmente, 'Ouro'). O Ouro terá real poder de compra, e um câmbio estável, ou seja, não se desvalorizá tanto quanto o real frente a moedas mais fortes e estáveis, como o dólar americano e o euro.

A capital deste novo país independente será a cidade de São Paulo. O Palácio dos Bandeirantes será a residência oficial do presidente paulista, assim como os demais poderes (Legislativo e Judiciário) ocuparão os prédios que já usam hoje em dia.

Não. Para evitar mais burocracia e a possibilidade de corrupção, na república paulista haverá apenas duas esferas de poder - o governo nacional, e os municípios (os mesmos que existem atualmente). Haverá, porém, 15 regiões - cada uma delas composta por diversos municípios limítrofes. Essas regiões não terão um mandante - serão regiões administrativas, com órgãos de consulta, estatística e planejamento para aconselhar e fiscalizar políticas comuns, obras e a integração de transporte e logística desses municípios.

Não, o parlamento do país novo será muito mais eficiente, e bem mais barato para o contribuinte paulista. Nosso parlamento será unicameral (sem senado), com apenas 125 deputados, que receberão apenas seus salários (nada de mordomias ou verbas extras). Cada deputado poderá ter apenas um secretário e dois assessores em seu gabinete. Carros oficiais serão banidos - será destinado apenas um veículo oficial para o presidente do parlamento e só.

Não, pois logo após a independência, estes funcionários públicos federais serão absorvidos pelo governo nacional paulista, dada a necessidade de criar estruturas administrativas para um país e não mais apenas de um mero estado.

Muito da grandeza paulista veio e vem de migrantes e imigrantes. Até por conta de sua história, São Paulo jamais fechará as fronteiras para aqueles que querem vir morar no país novo, estudar, trabalhar, progredir na vida. Estes serão sempre bem-vindos. Mas como em todo país independente, haverá vigilância nas fronteiras paulistas para evitar o crime, a mendicância, as drogas ou tráfico de pessoas em nosso território.

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